
(E desta vez, é a Professora que escreve na primeira pessoa.)
Na segunda-feira, eu e meus alunos recebemos um convite para comparecer hoje, dia 13 de Junho, na Casa do Povo, pelas 15 horas.
E para quê? Apenas dizia para irmos brincar.
Lá comparecemos, na expectativa do que iria acontecer.
Um grupo de Mães proporcionou um Momento Mágico. De início, tivemos um número musical com Pierrots e a seguir presenciámos o cotidiano de uma sala de aula, com muito humor, e com uma participação especial da Raquel.
Realmente, foi um Momento Mágico Inesquecível, em que todos os presentes foram às lágrimas, de tanto rir.
Tive um grande prazer em receber um livro, contendo imagens do 2º F, ao longo do ano lectivo e que tem um lindo poema como introdução. Emocionei-me quando recebi algo com grande simbolismo, onde estava gravado no verso, Fantásticos, 2ºF – 2010, o qual, prontamente, coloquei ao pescoço, com muito orgulho.
O resto da tarde foi preenchido com um farto e gostosíssimo lanche, que até contou com um bolo muito especial, muitas brincadeiras e pinturas faciais, através da linda arte da Filipa.
Uma tarde divertida, emocionante, fantástica, em família.
Tenho muito a agradecer a disponibilidade, o esforço que estas Mães tiveram para organizar uma tarde tão especial.
Também tenho que agradecer a compreensão dos Pais, pois colaboraram “às cegas” (afinal, tudo estava envolvido num grande segredo).
Agradeço todo o apoio que continuo a receber de vocês, Encarregados de Educação.
Agradeço o facto de continuar a contar com a vossa colaboração no processo ensino-aprendizagem dos meus alunos.
Este ano, continuámos a trabalhar em conjunto e o resultado reflecte-se no bom aproveitamento que os vossos educandos obtiveram.
Muito obrigada, por tudo, pois são Momentos como este que fazem com que eu possa responder, sem hesitar: “É
giro ser Professora!”
Ser Mestre
Ser mestre é um acto de fé. Fé na possibilidade de mudar o mundo educando, fé no indivíduo, fé na supremacia da riqueza intelectual.
Ser mestre é um acto de amor. Porque a entrega de si está implícita na tarefa, porque se dá com as mãos cheias sem esperar retribuição.
Ser mestre é ser um sonhador. Crer, mais além desta época frívola e céptica, no espírito do homem. E crer que algum dia, ao final do caminho, poderemos transferir esta tocha a um discípulo, outro sonhador.
( Lídia Maria Riba)